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TROMPETE COM ENVELHECIDO PRETO - ESCOVADO - E LAQUEADO
REPT








TRITON













 

• O banho no instrumento, tanto dourado quanto prateado, 
muito utilizado pelos músicos mais vaidosos, altera a qualidade 
sonora só quando a parte dourada é laqueada.

• Mudar de instrumento freqüentemente, não ajuda muito
 a conhecer que tipo de som você deseja; o mesmo pode ser 
aplicado ao bocal. 

• A falta de limpeza do instrumento torna o som opaco, 
acontecendo o mesmo com o bocal. 

• Nunca use saliva para lubrificação dos pistons porque,
esse hábito desgasta o metal por causa do ácido da saliva. 

• Use somente água morna e sabão neutro para a limpeza do
isntrumento. Recomenda-se que essa limpeza geral seja feita
 com a regularidade mínima mensal. 

• Nunca use produtos abrasivos para limpar seu instrumento
 externamente, use qualquer creme dental, faz o mesmo efeito
 e pode ser usado no bocal também. 

• Não existe bocal perfeito, e sim o bem fabricado. 

• O período de adaptação de um bocal é no mínimo de 3 meses. 

• Bordas muito afiadas diminuem a resistência e causam 
ferimentos irreparáveis aos lábios.

• Bordas com muito apoio são ideais para todas as regiões. 

• Todo bocal bem fabricado, entra sempre o mesmo comprimento
 dentro do trompete. 

• Taças em V tem amplitude sonora diferente das convencionais. 

• Bocal com shank amassado (parte traseira do bocal) dificulta a 
afinação e estraga o leadpipe (onde é encaixado). 

• Bocais com furação muito larga aumentam o volume sonoro
 mas, perdem o brilho sonoro. 

Bocal sem banho dificulta a emissão da vibração e faz muito 
mal a sua saúde pois contém metais pesados. 

• Bocais de muita profundidade não são ideais para se tocar trompete, 
pois sua freqüência sonora é incompatível com o brilho de um bocal 
mais raso. 

• O corpo do bocal altera a projeção porque, quanto maior massa 
menor a vibração do corpo do mesmo. 

• É recomendado não usar o mesmo bocal para tocar erudito e popular, 
são sons completamente diferentes. 

• Ao guardar, evite deixar o bocal preso no instrumento, pois a saliva 
irá secar, causando o travamento do mesmo no leadpipe 
(parte do instrumento onde se encaixa o bocal). 

• Sempre que mudar de bocal, procurar um do mesmo tamanho, 
a adaptação é muito mais rápida. 

• Nunca mude de bocal várias vezes seguidas sem antes se adaptar 
ao que já usa (pode destruir a embocadura).
É fundamental conhecer mais sobre seu instrumento e as técnicas 
ideais para que você obtenha um maior avanço musical.
TRPE





















TTTO













Como sempre existe muitos comentários e dúvidas sobre bocais, 
estou disponibilizando algumas especificações que podem ajudar
 na hora de escolher um bocal.



Diagrama interno de um bocal standart


Borda – Um contorno chato tende a segurar os lábios no lugar, 
por isso bordas com um contorno mais arredondado permitem 
maior flexibilidade que os de contorno chato. Uma borda mais 
larga aumenta o conforto e a resistência sobre uma borda mais 
estreita. Porém uma borda larga oferece menos flexibilidade.

Uma borda que tenha a beirada (bite) mais aguda no lado de 
dentro fornece articulações mais claras por segurar os lábios 
no lugar.

Cup – Com o aumento do cup em tamanho, sobrará mais lábio
 para vibrar o que faz um som com mais volume. A profundidade
 do cup ajuda a controlar a qualidade do tom. Um formato 
arredondado produz um som mais brilhante. Quando mais o 
formato se aproxima de um “V”, mais opaco o som se torna.

Backbore – O formato do backbore, tão como seu volume, é
muito importante no controle da resistência e da qualidade sonora. 
Geralmente um backbore mais justo ou menor produz um som 
mais brilhante enquanto que um backbore mais largo produz um 
som mais opaco e meloso.

Shank – O tamanho do shank controla quão fundo o bocal se 
encaixa nos lábios. Na maioria dos instrumentos o bocal não se 
encaixa contra o fim do bocal, criando assim uma brecha entre o 
fim e o começo do bocal. Essa brecha é muito importante na medida 
que ela afeta a resistência e a entonação; uma brecha menor produz 
menos resistência e vice-versa.

Escolhendo um bocal certo

Iniciantes – Geralmente com bocais como o 11C4-7C (Yamaha), 
7C (Bach) ou 7C (Giardinelli). É recomendável ficar com o tipo de 
cup e backbore que venha com um desses bocais. A escolha da borda 
(larga) é uma área em benefício do estudante neste estágio, desde q
ue a escolha seja de acordo com a formação dentária, lábios e o 
maxilar do estudante. Há ocasiões em que se escolhendo um bocal 
com um diâmetro maior será melhor para o estudante. Se após
 algumas semanas o estudante ainda tiver problemas produzindo 
um tom, tente uma borda mais larga.

Em muitos casos em especialmente se o estudante tem os dentes 
frontais muito largos ou usa aparelhos, uma borda mais larga ajudará 
a soltar os lábios, permitindo assim uma vibração mais fácil.

Intermediários – Nesse estágio o estudante terá desenvolvido maior 
resistência e poderá mudar para um bocal mais largo. É recomendável 
ficar com um cup e backbore de tamanho médio. Uma típica mudança 
seria de um 11C-7c ou equivalente para um 14C4 (Yamaha), Bach 5C 
ou Giardinelli 5C. Mudando para um bocal ainda mais largo dará um 
som mais cheio e um tom mais ressonante.

Avançados – Se o trompetista está tocando em uma banda de jazz, 
especificamente se o repertório é pesado, ele optará para um bocal 
que realce os registros agudos tão como produzindo uma qualidade 
de tom que o ajudará a dar as “cortadas” na banda. Isso geralmente s
ignifica escolher um cup e backbore menor como os 13A4a (Yamaha)
, Schilke 13A4a ou os 14A4a (Yamaha), Schilke 14A4a e o Giardinelli 6S. 
Trompetistas estudando um método de jazz provavelmente preferirão 
um tom mais cheio, sendo o bocal um 13B4 (Yamaha), Bach 6C ou 
um 14B4 (Yamaha), Bach 3C, ou o Schilke 15B. Se o estudante está 
interessado em tocar em uma orquestra sinfônica, então provavelmente 
escolherá um 16C4 (Yamaha), Bach 11/2C, Giardinelli ST-2 ou um 17C4 
(Yamaha), Bach 1C ou o Giardinelli 3C.

Mesmo muitos professores seguirem a numeração de bocais como 
sendo uma regra, ela não se aplica muito bem na vida real. 
Como cada musico tem a formação dos lábios de um jeito, o 
interessante é ele ir testando os bocais até encontrar o que 
mais lhe dará conforto. É interessante o aluno partir com um 
bocal standart como um Bach 7C e após 1 ano de estudo ver se 
gosta do timbre desse bocal, ou seja interessante partir para um 
bocal maior ou menor.



CUIDADOS COM A SAUDE

- Bocal sem Banho dificulta a vibração da emissão do som 
além de fazer  muito mal uma saúde, pois na composição 
do latão possuem inumeros metais pesado em sua coposição.
 
- Ao guardar , evite deixar o bocal fixado no Instrumento, 
pois a saliva ira secar, causando o travamento do shank 
na ponteira (parte onde se encaixa o bocal). No esquecimento
 não tente remover, de imediato procure um oficina para sacar
 o bocal, na insistência você podera enpenar o cano de 
embocadura do trompete.

Boa Sorte e Sucesso.

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